Entrevistas por empresa

Como são as entrevistas, empresa por empresa

As etapas do processo, o que perguntam em cada uma e como praticar antes da entrevista de verdade.

Empresas

  • Como é a entrevista na Globant

    A Globant contrata para projetos de clientes, sobretudo dos Estados Unidos e da Europa. Por isso o processo dela tem algo que uma empresa de produto não tem: além de convencer a Globant, muitas vezes você precisa convencer o cliente. E o inglês pesa desde a primeira ligação.

  • Como é a entrevista no Mercado Livre (Mercado Libre)

    O Mercado Livre tem um dos processos mais longos da região. Há filtros automáticos no início, uma entrevista técnica forte e mais conversas sobre cultura do que numa empresa dos EUA. E ele quer que você entenda o comércio eletrônico na América Latina, não só a tecnologia.

  • Como é a entrevista na BairesDev

    A BairesDev filtra primeiro com testes automáticos e depois conversa. O inglês não é um extra: para as vagas com clientes dos Estados Unidos, é a primeira coisa que decidem. Se você passar, a entrevista técnica tem mais perguntas verbais do que algoritmos.

  • Como é a entrevista no Rappi

    O Rappi movimenta pedidos e pagamentos em tempo real em vários países, e a entrevista reflete isso: um teste técnico logo no início, uma sessão ao vivo com engenheiros sênior e, se você for pleno ou sênior, system design. O ritmo pode ser rápido ou muito lento, dependendo do time.

  • Como é a entrevista na Nubank

    A Nubank descreve o próprio processo no blog de engenharia, e ele é um dos mais exigentes da região: é comparado ao das grandes empresas de tecnologia dos EUA. Tem um exercício técnico para fazer em casa, uma sessão de pair programming e perguntas sobre o negócio financeiro.

  • Como é a entrevista na Endava

    A Endava é uma consultoria com clientes na Europa e nos Estados Unidos. O processo dela costuma ter poucas etapas, com o inglês avaliado desde a primeira ligação e uma entrevista técnica centrada em fundamentos e nos seus projetos. O que mais varia é quanto tempo demoram para responder.

  • A entrevista em inglês para um trabalho remoto numa empresa dos EUA

    Quando uma empresa dos Estados Unidos te entrevista a partir da América Latina, o processo técnico se parece com o de qualquer candidato. O que muda é todo o resto: o inglês pesa em cada etapa, fazem perguntas que um candidato local nunca ouve, e alguns costumes que na região são educação lá são lidos como falta de interesse.

  • Como é a entrevista do iFood

    O iFood, o app brasileiro de delivery, tem mais de 3 mil pessoas em tecnologia, segundo a própria empresa. Ele não publica um processo único para desenvolvedores, mas publica os dos seus programas e o que pede em cada vaga. O que os candidatos relatam é bem constante: um desafio de código, uma entrevista de design em que você precisa justificar cada decisão e uma conversa sobre cultura. E as vagas técnicas são em português, sem pedir inglês.

  • Como é a entrevista do Itaú para tecnologia

    O Itaú Unibanco é o maior banco privado do Brasil e, segundo o relatório anual citado pela imprensa, tem mais de 17 mil pessoas em tecnologia. Ele não publica as etapas do processo para vagas técnicas, mas os candidatos descrevem um caminho bem curto: RH, uma entrevista técnica com o gestor e alguém do time, e uma conversa final com a liderança. A cultura pesa muito, e a parte técnica gira mais em torno de casos da sua stack do que de algoritmos.

  • Como é a entrevista no PicPay

    O PicPay é um dos maiores bancos digitais do Brasil, e mais da metade do time trabalha em tecnologia e produto. A empresa não publica as etapas do processo, mas os candidatos descrevem uma sequência bem estável: conversa com o RH, uma entrevista técnica puxada de Java e design de sistemas, e uma conversa de cultura em que o PicPay avalia seus sete valores.

  • Como é a entrevista na Stone

    A Stone, empresa brasileira de pagamentos e serviços financeiros, descrevia o processo nas próprias vagas: entrevistas com o time de People, uma avaliação técnica e um papo com uma das suas "pessoas guardiãs da cultura". Os candidatos relatam ainda system design em quase todo processo de engenharia. E a cultura pesa: os valores aparecem em todas as vagas.

  • Como é a entrevista na VTEX

    A VTEX é a plataforma brasileira de comércio digital listada na Bolsa de Nova York e trabalha no modelo remote-first. O processo técnico olha mais para como você pensa do que para algoritmos decorados, mas um detalhe muda tudo: em algumas vagas você pode usar IA no desafio e em outras ela é proibida. E as vagas de engenharia pedem inglês e português.

  • Como é a entrevista no QuintoAndar

    O QuintoAndar é uma das poucas empresas brasileiras que publicam o processo seletivo em detalhe: etapas, duração aproximada, guias de entrevista técnica e até que uso de IA é permitido. Na engenharia, o centro do processo são duas coisas ao vivo: código e cases de arquitetura.

  • Como é a entrevista na Doctolib

    A Doctolib, plataforma de agendamento médico e software para profissionais de saúde, descreve as etapas do processo no fim de cada vaga de engenharia. A parte técnica se parece mais com o trabalho real do que com uma prova de algoritmos: você constrói uma funcionalidade num código que já existe. E as vagas pedem inglês fluente, não francês.

  • Como é a entrevista na BlaBlaCar

    A BlaBlaCar, o app francês de caronas e viagens de ônibus, publica nas vagas de engenharia cada etapa do processo com a duração em minutos. São cinco conversas; a mais longa é um live coding de 90 minutos com engenheiros, e a última avalia se você compartilha os valores da empresa. As vagas pedem inglês profissional, não francês.

  • Como é a entrevista na Capgemini França

    A Capgemini é uma das maiores consultorias de serviços de TI do mundo, e na França contrata engenheiros e consultores para projetos de clientes. O processo oficial é genérico: uma candidatura curta, entrevistas com o RH e com a área de negócio, e às vezes um teste de inglês e um técnico. Na França a entrevista costuma ser em francês.

  • Como é a entrevista na Datadog em Paris

    A Datadog, plataforma de monitoramento e observabilidade com sede em Nova York, tem em Paris um dos seus centros de engenharia mais consolidados. O processo oficial é curto de descrever, mas exigente: entrevistas técnicas de código e design, pelo menos uma etapa presencial e regras escritas sobre o uso de IA. O trabalho é em inglês, e a própria empresa diz que o francês não é necessário.

  • Como é a entrevista na Criteo

    A Criteo, empresa de publicidade e commerce media fundada em Paris, explica seu processo numa página oficial e avisa que não existe uma fórmula única para todas as vagas. Para engenharia, candidatos descrevem rodadas de código de dificuldade média, uma de design de sistemas e uma comportamental. As vagas pedem inglês e não mencionam o francês.

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